Ilúdio é mais do que um objeto, é um instante suspenso entre o palpável e o etéreo. Sua silhueta é esculpida por camadas geométricas que ascendem em ritmo quase litúrgico, como se fossem reverberações de um sonho ainda em ebulição. Cada anel empilhado carrega a memória de um limiar atravessado, um portal que oscila entre o visível e o velado.
Sua forma hipnótica conduz o olhar por espirais de contemplação, onde a ilusão se confunde com a matéria. É presença sutil, firme como a realidade, mas fluida como o sonho que escapa. É uma ponte silenciosa entre mundos: o físico e o onírico, o racional e o simbólico, o tempo que passa e o tempo que permanece.
Em um espaço, Ilúdio não apenas habita, ele evoca. Ele se impõe com suavidade, como quem sussurra verdades impossíveis. Suas linhas não apenas contêm volume, mas sugerem movimento, como se o objeto estivesse sempre prestes a se transformar em outra coisa. Em outro lugar. Ele é o instante do limiar. A pausa entre o passo e o voo. Um convite à imaginação e à permanência. Uma escultura do devaneio.
Design:
Design arquitetônico composto por discos trapezoidais sobrepostos, que crescem e se contraem em um ritmo preciso. A base ampla garante estabilidade, enquanto as camadas superiores se afunilam até um topo em forma de funil, conduzindo o olhar para cima em um movimento contínuo.
As bordas bem definidas, aliadas a curvas sutis, equilibram força e suavidade. A disposição modular cria um jogo de luz e sombra dinâmico, que muda com o ponto de vista, dando vida à peça mesmo em repouso. Mais que um vaso, Ilúdio é uma escultura funcional que evoca expansão, transformação e contemplação. Seu design minimalista e simbólico se impõe com elegância silenciosa, convidando à pausa e ao sonhar acordado.
Dimensões (Largura × Profundidade × Altura, em cm):
• Pequeno (P): 7 × 7 × 15
• Médio (M): 9 × 9 × 20
• Grande (G): 11 × 11 × 25
Peso aproximado (em gramas):
• Pequeno (P): 160 g
• Médio (M): 320 g
• Grande (G): 550 g